sábado, 26 de julho de 2008

Jantar de Julho


Hoje, o nosso encontro começou às 18horas.
O amigo Jaime não quis ficar atrás dos amigos Fonseca e Flora que nos proporcionaram um dia inteiro de convívio!

Tudo se iniciou no jardim, nas trazeiras da casa. Um jardim muito fresco e acolhedor.

Eu, comecei por visitar o tanque das tartarugas. Quatro simpáticas tartarugas aquáticas a viver em harmonia no seu pequeno mundo, muito bem arquitectado e realizado pelo Jaime, para gaudio dos seus netos.

Os aperitivos/lanche foram servidos na cave/garagem, muito bem equipada para estes eventos informais. Havia presunto, bom salpicão de Montalegre, queijo da Serra, sapateira recheada, chouriço assado, azeitonas, tremoços, tostas, salda de bacalhau e bom vinho branco fresquinho. Comemos, conversamos e fomos passando o tempo com algumas discussões, sobre os temas da actualidade e uma ou outra anedota.

Às oito horas os homens foram até ao jardim acender o grelhador para fazer um churrasco de lombinhos de vitela. Com a aproximação da noite o tempo ficou mais fresco e foram horas de subir ao andar de cima, onde foi servido o jantar. Sopa de legumes que estava óptima, a carne, tenrinha, grelhada e acompanhada com batatas cozidas e salada, tudo de Trás-os Montes.
Para sobremesa tivemos fruta laminada e um bolo de chocolate. O café foi servido em "potinhos" que foram muito gabados e apreciados pelos convivas.

O mais divertido da refeição foi quando o Jaime foi buscar aquilo a que ele chamou de "licor de amoras", feito por ele próprio. A verdade é que de licor tinha muito pouco. Mais parecia apenas aguardente com amoras dentro. Parece que tinha açúcar mas, a verdade, é que não se sentia.
O amigo Jaime propôs que comessemos apenas uma amora cada um e começou a colocar, a dita amora, dentro de cada copo.

A primeira a comer a amora foi a Flora. Meteu-a à boca de uma só vez e mastigou... Logo de seguida, deitou a mão à boca aflita. A amora estava tão embebida em álcool que até queimava! Houve risota geral! Eu também comi a minha mas, já de sobreaviso, fi-lo de um modo muito lento, um pequeno grãozinho de cada vez. Custou, mas lá foi indo!... O António, armado em valente, também comeu a amora de uma assentada e ficou um tanto aflito. Não contava que fosse tão forte! - disse ele.
A risota continuou...
Passado um bocado, comecei a sentir muito calor. " Foi da amora!" - disse.
Mais uma risota geral!

Depois de toda esta brincadeira o Jaime leu a acta da reunião anterior e todos assinaram. Pagaram-se as quotas e, finalmente, ainda cantamos o nosso hino.
Já era meia noite quando a reunião terminou.
Nos olhos de alguns já se notava o sono a atacar. O "João Pestana" não perdoa!

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Sou mãe de três filhos já adultos mas sou muito mãe galinha. Tenho uma gata persa chamada Julieta com quem mantenho uma grande cumplicidade. Adoro a minha família e sou muito amiga dos meus amigos. Gosto muito de viajar e de fazer fotografia. Ler, pintar e navegar na net são outras das minhas paixões.